quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Curiosidades Dos Astronautas





Em 1998, uma das missões do Space Shuttle atingiu uma altitude de 350 milhas, altitude mais alta que qualquer vôo tripulado no espaço jamais alcançou, excluindo as missões Apollo. Os astronautas no Ônibus Espacial estavam mais protegidos contra a radiação cósmica do que os astronautas das Missões Apollo. Nas proximidades da Aurora Boreal, a proteção do módulo lunar resumia-se a uma folha de alumínio com 2 mm de espessura. Os astronautas tinham apenas a cápsula espacial para protegê-los da radiação.

Embora a viseira de vidro dos capacetes de astronautas obrigatoriamente sejam feitos com alto teor de óxido de chumbo (Pb3O4) - algo em torno de 25% - os astronautas viam a radiação cósmica (fosforescência) na retina, apesar de se encontrarem dentro da cabine da nave espacial com os olhos fechados. Decidiram voltar para uma órbita mais baixa. A Space Shuttle não chegou sequer a entrar no Cinturão de Van Halen, apenas chegou um pouco mais perto.

sexta-feira, 29 de novembro de 2013

Sonda Horrizon.


 Jovens estudantes da cidade de Amparo – SP, sob direção do aluno do segundo ano do ensino médio Francesco Lena, iniciaram um projeto de exploração espacial – Projeto Cirrus – onde lançarão uma sonda equipada com câmeras e uma série de sensores à uma altitude de mais de 30Km, na estratosfera, com o objetivo de filmar e fotografar a escuridão do espaço e a curvatura da terra e estudar um ambiente de atmosfera rarefeita e gélida que pode chegar a -80 graus célsius, através de um balão meteorológico.

  O Projeto seria basicamente o seguinte: Um balão meteorológico cheio de gás hélio levando uma cápsula contendo varias câmeras, um computador de bordo em plataforma arduino equipado com vários sensores e um localizador GPS flutuaria até altas altitudes onde o ar seria tão rarefeito a ponto de as diferenças de pressão entre os meios internos e externos ao balão serem tão grandes que o balão estouraria, caindo até o reinicio da faixa densa de atmosfera, onde um paraquedas traria a carga útil de volta ao solo em segurança onde uma equipe de resgate já estaria em espera com base em localizações calculadas e dados precisos do 

localizador GPS.

Cometa Ison, não Icaro nem Fenix, mas sim Sísifo




C/2012 S1 (ISON) é um cometa rasante descoberto em 21 de setembro de 2012. Um tanto curioso nesses últimos dias andou pregando peças à comunidade científica. Pois a quem não saiba, há como prever algumas coisas sobre os cometas, como sua trajetória e o que esperar dele, como se será visível e seu brilho. 
Mas Ison ao qual prometia, ou ainda promete, ser o cometa do século é um cometa bem instável. Seu brilho não correspondeu ao que era previsto inicialmente, e nesse último dia pregou a grande peça.
Em sua trajetória, havia hora e data para sair de trás do disco da SOHO, que é uma sonda que mede as intensidades solares, entre outras coisas. O cometa demorou para sair, então concluiu-se ( precipitadamente) que o mesmo havia se vaporizado totalmente.
-Cometa Ison, nos deu uma grande lição. Dizia a comunidade científica, nos lembrou a Ícaro era filho de Dédalo. A quem não conhece a história  Dédalo e Icaro preso em um labirinto  construíram asas artificiais a partir da cera do mel de abelhas e penas de gaivota. Dessa forma conseguiu fugir. Antes, porém, alertou ao filho que não voasse muito perto do sol, para que esse não pudesse derreter a cera das asas, e nem muito perto do mar, pois esse poderia deixar as asas mais pesadas. No entanto Ícaro não ouviu os conselhos do pai e tomado pelo desejo de voar próximo ao sol, acabou despencando e caindo no mar Egeu. Era o Fim do Cometa Ison.


segunda-feira, 28 de outubro de 2013

Buracos Negros

   
 



    
      Buraco negro é um corpo celeste que possui um campo gravitacional de tal forma intenso que nada pode escapar à sua força, nem a própria luz. Para que esse campo gravitacional se produza é necessário uma grande quantidade de massa extremamente concentrada.
Para entendermos melhor este aspeto, é importante conhecermos o conceito de “velocidade de escape”, também conhecido por “velocidade de fuga”. Vamos supor que atiramos um objeto na vertical, de baixo para cima. Vamos observar que o objeto irá subir até uma determinada altura e inevitavelmente cairá no chão. Numa segunda tentativa, vamos atirar o objeto com mais força. O que acontece? Obviamente que ganhará mais velocidade e portanto subirá mais alto que na situação anterior e acabará depois por cair. Ou seja, quanto mais força imprimirmos maior será a velocidade inicial do objeto e então o objeto chegará mais alto. Com base nisto, é então possível lançarmos o objeto com tal força (imprimindo determinada velocidade inicial) que esse objeto não voltará mais, ou seja, escapará à força da gravidade da Terra. A essa velocidade necessária para fazer um objeto escapar à gravidade (seja da Terra ou de qualquer outro corpo celeste) chamamos de velocidade de escape ou velocidade de fuga. Por exemplo, a velocidade de escape da Terra na sua superfície é de 11,2 km/s.

sábado, 12 de outubro de 2013

VY CANIS MAJORIS




Sol comparado a VY Canis Majoris. Veja como o Sol é um desprezível ponto. Canis Majoris não foi nem mostrada inteira, porque se isso acontecesse não veríamos o "ponto Sol".







 A VY Canis Majoris, também conhecida como VY Cma, que fica a 5 mil anos-luz da Terra e tem 2,9 bilhões de quilômetros de diâmetro, porte 1 800 a 2 100 vezes maior que o do Sol. O diâmetro da superstar equivale a nove vezes a distância da Terra ao Sol!

Entre tal conjunto de estrelas, a VY Canis Majoris uma das maiores estrela conhecida e uma das mais luminosas, e está localizada na constelação de cão maior. Os estudos feitos na Universidade de Minnesota com o auxílio do Telescópio Espacial Hubble e do observatório Kameula, no Havaí, estimou que o raio da VY Canis Majoris está entre 1800 e 2100 raios solares.

 VY Canis Majoris é cercada por uma nebulosa decorrente da massa de gás expelida pela estrela, fato que levou os astrônomos inicialmente a acreditar que se tratava de um sistema estrelar múltiplo. Essa nebulosa também encobre grande parte do brilho da estrela, que, não obstante o seu tamanho não pode ser vista no céu noturno a olho nu assim como outras gigantes vermelhas como Antares.
               

 Obrigado ao pessoal do Grande Universo por  me dar essa oportunidade!

 Obrigado por ler!

 #ÍcΔrus.


domingo, 1 de setembro de 2013

Movimento aparente dos planetas



             No inicio das observações humanas sobre as estrelas, ao que se tem registrado, era considerado uma aberração que alguns pontos brilhantes no céu a noite fugia da trajetória geral de outros pontos, denominado estrelas. Hoje sabe-se que tal pontos são os planetas.
Pois bem, temos ideia do formato do sistema solar, mas o que acontece quando um dos planetas ao qual podemos ver a olho nu se alinha com a terra?


      A resposta é que temos impressão do mesmo fazer um zigue-zague ou um laço, veja a reportagem “ marte brinca com gêmeos” 1993 http://super.abril.com.br/tecnologia/marte-brinca-laco-gemeos-440596.shtml . Isso pode ser explicado com o efeito denominado como Movimento aparente.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

A Terra entrará em nova Era Glacial ainda nesta década




A comunidade científica está a enfrentar uma das maiores morto  do tempo da era moderna. A Terra
está nas  de uma nova era do  , mesmo no momento em que cada vez mais apontam para o
aquecimento global e seus efeitos. O fenômeno chamado de "Paradoxo da hibernação Solar" vai mudar o
foco de estudos científicos sobre o clima global . 
      A pesquisa recém-descoberta revelou vem do Jet Propulsion Laboratory (JPL), parte do National Atmospheric and Space Administration (NASA) dos Estados Unidos, e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o Ministério da Ciência e do.
O pai da descoberta é um naturalizada brasileira, peruana, com traços fortes homem andino e música altamente carregada em sua pronúncia do Português. Walter Gonzalez, cientista do INPE, é uma das maiores autoridades sobre o espaço física e consultor da NASA no meio interplanetário e clima do espaço sideral. Também participam dos estudos sobre a anomalia solar que levou mais de dois anos para ser concluído, o pesquisador brasileiro Ezequiel Echer e Bruce Tsurutani do JPL.